Tantos, tantos caquinhos. Em todos os lugares, daqui pra frente, um pedacinho que você deixou pra trás. Tantos caquinhos de um universo branco, a tal da milky way, que agora são meus.
O que eu espero e o que eu quero, o que eu fantasio e o que é real, tudo isso se mistura, me espeta por dentro, se emaranha.
Acho que (segredo nosso)
(Coisa boba)
(Nem tem importância)
(Melhor deixar pra lá)
(Vê se não conta pra ninguém)
Preciso de você.
sábado, 28 de julho de 2012
Melancolia
Ah, pois é. Eu não consigo acreditar que não exista vazio no universo movimentado de cada um. Por dentro de quem possa parecer mais ingênuo, mais simples, mais chapado, mas frívolo, existe um abismo. Um nada. Vir de coisa nenhuma, pra ir pra coisa nenhuma.
Viver é triste. É terrível. É solitário. É opressor.
Perguntas demais para respostas de menos. E essa sensação de abandono que já está incutida na espécie.
É árido fazer uma travessia por um caminho que não conhecemos.
Não adianta fingir que não.
***
Daí eu resolvi tentar tapar o meu buraco com as minhas próprias maluquices, que ninguém é de ferro.
Daí essa minha vontade louca de ser diferente.
Supera qualquer coisa.
Ser diferente de tudo. Viver diferente, respirar diferente, doer diferente, morrer diferente, amar diferente.
Chegar a ser alguém. É uma ilusão tosca, uma tentativa pífia, desesperada de encontrar sentido na minha existência. Como qualquer outra, de qualquer um.
Não dá pra ser diferente, porque o vazio, o vazio lá no fundo, aquele que nunca pára de doer, é comum a todos nós.
Viver é triste. É terrível. É solitário. É opressor.
Perguntas demais para respostas de menos. E essa sensação de abandono que já está incutida na espécie.
É árido fazer uma travessia por um caminho que não conhecemos.
Não adianta fingir que não.
***
Daí eu resolvi tentar tapar o meu buraco com as minhas próprias maluquices, que ninguém é de ferro.
Daí essa minha vontade louca de ser diferente.
Supera qualquer coisa.
Ser diferente de tudo. Viver diferente, respirar diferente, doer diferente, morrer diferente, amar diferente.
Chegar a ser alguém. É uma ilusão tosca, uma tentativa pífia, desesperada de encontrar sentido na minha existência. Como qualquer outra, de qualquer um.
Não dá pra ser diferente, porque o vazio, o vazio lá no fundo, aquele que nunca pára de doer, é comum a todos nós.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Pra resumir
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
domingo, 1 de julho de 2012
Leviana
Cabecinha confusa
Coração ansioso
É complicado demais, às vezes
Querer tudo ao mesmo tempo
É doído escolher
Não quero
Queria nunca mais escolher
Nunca mais ter sim e não
E ter tudo
As minhas milhares de vidas
Os meus milhares de desejos
É difícil deixar pra trás
Acho que nunca consegui
Viver de passado
Viver de futuro
Para o presente, nunca dei muita atenção
(Mas e o carpe diem??)
Querer demais, me deixa exausta
Confusa e incerta
Será que era mesmo pra ser assim?
Nunca sei de nada.
Nunca sei o que eu quero de verdade.
Coração ansioso
É complicado demais, às vezes
Querer tudo ao mesmo tempo
É doído escolher
Não quero
Queria nunca mais escolher
Nunca mais ter sim e não
E ter tudo
As minhas milhares de vidas
Os meus milhares de desejos
É difícil deixar pra trás
Acho que nunca consegui
Viver de passado
Viver de futuro
Para o presente, nunca dei muita atenção
(Mas e o carpe diem??)
Querer demais, me deixa exausta
Confusa e incerta
Será que era mesmo pra ser assim?
Nunca sei de nada.
Nunca sei o que eu quero de verdade.
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