domingo, 19 de agosto de 2012

Não me escute quando eu digo que eu sei. Não me escute quando eu digo que eu quero.
Duas certezas:
Meus fantasmas têm formas definidas.
Minha dor vem do fundo da espinha e explode na boca. (às vezes nas pontas dos dedos)
Se eu ao menos soubesse pra onde estou indo, ia saber me armar para ir.

Do alto da minha torre

Ah, o abismo... O vazio que se desdobra em mil, essa dor que incinera.
Existir é ser um farol. É ter uma luz eternamente condenada a dar voltas em torno do próprio eixo, tentando encontrar um caminho no breu.
Sem possibilidade de se mover ou se transformar.
A existência é uma noite fechada e sem fim.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Como uma boa romântica a moda antiga, eu gosto mesmo é das grandes cenas, dos frios na barriga que chegam a doer, das brigas na chuva, da catástofre sentimental que é se entregar a alguém por um motivo que não faz sentido, não é palpável, não é rentável, não é reembolsável.

Não sou a mais indicada para relações tipo boneco de cera.