Um brinde à batata frita cheia de gordura, ao foda-se aos jantares caros, os sapatos de salto e vamos todas juntas sermos criaturas da noite, lindíssimas e alcóolatras e ninfomaníacas e insatisfeitas cheias de humor negro e cheias de politicamente incorreto, levantem os copos de plástico e brindem comigo, pelo preço que pagamos e estamos dispostas a pagar, com sangue, com toda a exposição e toda a solidão.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Um brinde a todas nós, mulheres contemporâneas, que carregamos todo esse zeitgeist nas costas, nas unhas. Um brinde a nós com nossas meias pretas rasgadas, no chão com uma dose de vodka vagabunda e um cinzeiro transbordando e esmalte lascado nas unhas compridas, maquiagem borrada, todo o glamour decadente que a solidão da juventude é capaz de nos fornecer.
Um brinde à batata frita cheia de gordura, ao foda-se aos jantares caros, os sapatos de salto e vamos todas juntas sermos criaturas da noite, lindíssimas e alcóolatras e ninfomaníacas e insatisfeitas cheias de humor negro e cheias de politicamente incorreto, levantem os copos de plástico e brindem comigo, pelo preço que pagamos e estamos dispostas a pagar, com sangue, com toda a exposição e toda a solidão.
Um brinde à batata frita cheia de gordura, ao foda-se aos jantares caros, os sapatos de salto e vamos todas juntas sermos criaturas da noite, lindíssimas e alcóolatras e ninfomaníacas e insatisfeitas cheias de humor negro e cheias de politicamente incorreto, levantem os copos de plástico e brindem comigo, pelo preço que pagamos e estamos dispostas a pagar, com sangue, com toda a exposição e toda a solidão.
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