A gente precisa de tão pouco pra ser feliz - e eu sabia, mas me esqueci disso. Pra quê esse mundo de aparências, areia movediça, todos tremendo de insegurança e sentimentos que são de plástico, medo de ser de verdade, carne e osso.
E o quanto eu errei, ao achar que era livre, quando não podia nem mesmo me permitir sentir, ou fazer, ou dizer o que queria dizer.
Será que eu preciso de tudo isso mesmo, dessa vida de glamour decadente, essa vida -perfeita- ou eu estou apenas cumprindo um papel que eu inventei há muitos anos atrás e que talvez, talvez...
Mas de que adianta pensar nisso agora.
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