Vamos lá, minha estrelinha, me protege só mais essa vez. Me leva segura para onde eu devo estar. Não me deixa mais sentir medo (eu tenho tanto medo, tanto). Guarda só mais esse segredo pra mim. Estamos só nós duas e esse mar de escuridão. Como sempre. Como nos velhos tempos. Como nos novos tempos. Por favor, minha estrelinha, me conserva intacta. Viver é tão perigoso. E eu tenho pecados demais para viver sem punição. Desde sempre, estou tão acostumada com a solidão. Estou tão acostumada a ter que cuidar de mim, que é só quando estamos sozinhas que dá pra ser essa criança medrosa. Vai estrelinha, não me abandona agora. Vamos fazer como sempre fizemos, eu e você. Eu e você e um mundo de incertezas, de monstros, de perigos. Viver só é perigoso quando se vai andar, andar. E eu ando tanto. Eu e você e um mar de escuridão. Eu confio em você, minha estrelinha. Só você sabe das minhas verdades. Não me abandone agora. Não me abandone nunca.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Taquicardia
Domingo, Setembro 11, 2011
Vamos lá, minha estrelinha, me protege só mais essa vez. Me leva segura para onde eu devo estar. Não me deixa mais sentir medo (eu tenho tanto medo, tanto). Guarda só mais esse segredo pra mim. Estamos só nós duas e esse mar de escuridão. Como sempre. Como nos velhos tempos. Como nos novos tempos. Por favor, minha estrelinha, me conserva intacta. Viver é tão perigoso. E eu tenho pecados demais para viver sem punição. Desde sempre, estou tão acostumada com a solidão. Estou tão acostumada a ter que cuidar de mim, que é só quando estamos sozinhas que dá pra ser essa criança medrosa. Vai estrelinha, não me abandona agora. Vamos fazer como sempre fizemos, eu e você. Eu e você e um mundo de incertezas, de monstros, de perigos. Viver só é perigoso quando se vai andar, andar. E eu ando tanto. Eu e você e um mar de escuridão. Eu confio em você, minha estrelinha. Só você sabe das minhas verdades. Não me abandone agora. Não me abandone nunca.
Vamos lá, minha estrelinha, me protege só mais essa vez. Me leva segura para onde eu devo estar. Não me deixa mais sentir medo (eu tenho tanto medo, tanto). Guarda só mais esse segredo pra mim. Estamos só nós duas e esse mar de escuridão. Como sempre. Como nos velhos tempos. Como nos novos tempos. Por favor, minha estrelinha, me conserva intacta. Viver é tão perigoso. E eu tenho pecados demais para viver sem punição. Desde sempre, estou tão acostumada com a solidão. Estou tão acostumada a ter que cuidar de mim, que é só quando estamos sozinhas que dá pra ser essa criança medrosa. Vai estrelinha, não me abandona agora. Vamos fazer como sempre fizemos, eu e você. Eu e você e um mundo de incertezas, de monstros, de perigos. Viver só é perigoso quando se vai andar, andar. E eu ando tanto. Eu e você e um mar de escuridão. Eu confio em você, minha estrelinha. Só você sabe das minhas verdades. Não me abandone agora. Não me abandone nunca.
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