sábado, 26 de novembro de 2011

Pneus no asfalto nessa tarde de sábado. Corre, corre, corre, vento, óculos escuros, cheiro de gasolina e Garbage no rádio, estourando a caixinha de abelha por marginais e avenidas, pontes e viadutos, volante no meio dos olhos, os ponteiros do painel fincado neles, cinza demais para uma pessoa só. Três maços de cigarro no banco carona e um tanque infinitamente cheio, que é pra eu atravessar a megalópole e achar um lugar onde o céu e o chão se misturam.

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