segunda-feira, 14 de novembro de 2011

3:43 da madrugada e mais umas quatro, cinco, seis, mil horas

Terça-feira, Julho 05, 2011


Eu não sou mais aquela menininha. Aliás, não sou nem a pessoa que achei que seria, se me lembro bem de todas as coisas que eu costumava escrever sobre como eu achava que ia ser. Foi melhor do que eu imaginava.
Eu não sou mais aquela admiradora platônica bobinha que não sabia nem conversar direito quando você chegava perto. Mas acho que você me provoca os mesmos impulsos de antes. Agora, eu vou saber o que fazer. Eu não vou deixar você escapar porque vou estar imobilizada de nervoso.
Porque o meu desejo continua o mesmo. E eu não estou bêbada e entorpecida numa cama espiando você chegar, fingindo estar adormecida e invejando todas as pessoas que te tiveram. Eu estou bem ao seu lado, estou desaparecendo também e quando eu emergir vai ser com você, pra você, do seu lado, em você.
Estou contando as horas.

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